
Embora tenha chegado em Luanda, Angola, no último domingo 19.04 ainda estou em fase de adaptação a esta nova realidade. Aqui as coisas são um pouco difíceis, afinal trata-se de um país recém saído de uma guerra violenta, são tantas coisas a serem feitas por aqui que acredito que precisarão de pelo menos algumas décadas para arrumar.
Como a guerra é cruel, especialmente para os mais pobres; sinto muita compaixão destas pessoas, cujo sofrimento está visivelmente estampado em suas faces.
Luanda poderia ser retratada por Dante como uma visão materializada do
inferno, exageros à parte, o trânsito é inimaginável e capaz de colocar no bolso qualquer congestionamento no Brasil. Os carros estacionam em qualquer lugar, em filas duplas, triplas, quádruplas, em cima das calçadas, obrigando o pedestre a andar no meio das ruas e disputar espaços entre carros e motos em movimento, enfim um caos urbano.
Estou acomodado num apartamento amplo, muito bom e localizado no centro da cidade. A questão é que o centro carece de infraestrutura, com esgotos a céu aberto, coleta de lixo irregular e nem todas as ruas são asfaltadas, somente as principais.

O que me chama atenção é o volume de carros novos desta cidade com modelos que nunca vi, coisa de outro mundo. Pelo que constatei com US$ 20.000 pode-se comprar um carrão da Hunday ou coisa parecida.

A Universidade que atuo segue possui cerca 5.000 alunos no campus de Luanda, localizada na balburdia do centro. Parte das instalações são boas e outras em fase de ampliação. O que me chamou atenção aqui é a existência do ano Propedêudico, ou ano zero, um período de nivelamento para o curso superior. Uma idéia muito interessante.
As expectativas acadêmicas são boas, contudo ainda preciso superar meu estado de choque inicial.
Como a guerra é cruel, especialmente para os mais pobres; sinto muita compaixão destas pessoas, cujo sofrimento está visivelmente estampado em suas faces.
Luanda poderia ser retratada por Dante como uma visão materializada do
inferno, exageros à parte, o trânsito é inimaginável e capaz de colocar no bolso qualquer congestionamento no Brasil. Os carros estacionam em qualquer lugar, em filas duplas, triplas, quádruplas, em cima das calçadas, obrigando o pedestre a andar no meio das ruas e disputar espaços entre carros e motos em movimento, enfim um caos urbano.Estou acomodado num apartamento amplo, muito bom e localizado no centro da cidade. A questão é que o centro carece de infraestrutura, com esgotos a céu aberto, coleta de lixo irregular e nem todas as ruas são asfaltadas, somente as principais.

O que me chama atenção é o volume de carros novos desta cidade com modelos que nunca vi, coisa de outro mundo. Pelo que constatei com US$ 20.000 pode-se comprar um carrão da Hunday ou coisa parecida.
A Universidade que atuo segue possui cerca 5.000 alunos no campus de Luanda, localizada na balburdia do centro. Parte das instalações são boas e outras em fase de ampliação. O que me chamou atenção aqui é a existência do ano Propedêudico, ou ano zero, um período de nivelamento para o curso superior. Uma idéia muito interessante.
As expectativas acadêmicas são boas, contudo ainda preciso superar meu estado de choque inicial.
Crédito das fotos: José Cardoso, Francisco Lopes e São Pinhão. Disponível em: http://www.cpires.com/fotos_de_luanda_2005.html

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